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Seguro rural: por que ele ainda é pouco utilizado no Brasil?

  • Cyan Analytics
  • 18 de mar.
  • 3 min de leitura

O Brasil é um dos maiores produtores agrícolas do mundo. Com uma safra de 345,9 milhões de toneladas em 2025 (recorde histórico, segundo o IBGE) e projeção de 332,7 milhões para 2026, seria razoável esperar que instrumentos de proteção financeira acompanhassem esse crescimento. O seguro rural, porém, segue concentrado em uma parcela pequena das propriedades e em retração acentuada nos últimos anos.​


Em 2025, o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) cobriu apenas 3,2 milhões de hectares (cerca de 3,2% da área plantada nacional), queda de 54,8% ante os 7,09 milhões de 2024, o pior desempenho em 10 anos. 


Entender por que isso acontece vai além de apontar o custo da apólice. Continue a leitura para examinar cada entrave e o que pode ser feito.


O seguro rural no Brasil: um retrato de queda

O PSR, criado em 2003, subsidia entre 30% e 35% do prêmio para coberturas em agricultura, pecuária, aquicultura e florestas. 


Em 2023, atendeu cerca de 70 mil produtores (com mais de 107 mil apólices). O Censo Agropecuário do IBGE registra cerca de 5 milhões de estabelecimentos rurais no país, ou seja, menos de 2% foram alcançados.

No recorte por área, o contraste com outros países é expressivo. Nos EUA, a cobertura agrícola atingiu 539,5 milhões de acres (aproximadamente 218 milhões de hectares, ou mais de 60% da área produtiva) em 2023, com subsídios de US$ 11,7 bilhões. No Brasil, foi de 7,09 milhões de hectares em 2024 e 3,2 milhões em 2025.


Muitos produtores desconhecem coberturas e procedimentos, gerando desconfiança.

Por que o seguro rural ainda é pouco adotado?

Não há um único fator: combinam-se custo considerado elevado, falta de informação, instabilidade política, produtos desalinhados e percepção cultural de "gasto" em vez de proteção. A alta sinistralidade ajuda a encarecer. ​Produtores de pequeno e médio porte veem o custo como difícil de absorver. 


A tecnologia da Cyan Agroanalytics, usada pela Ascana (Associação dos Plantadores de Cana do Médio Tietê) em parceria com a Prefeitura de Lençóis Paulista (SP), monitora chuvas observadas e previsões de nove dias, saturação do solo na bacia do Rio Lençóis (1.054 km²) e risco de transbordamento, permitindo evacuações preventivas e minimizando alagamentos. 


A iniciativa, premiada no MasterCana Social, evita perdas materiais, salva vidas e preserva o meio ambiente, sem aumento de custo operacional reportado no projeto. Eventos como El Niño em 2022 elevaram indenizações para recorde histórico.

A instabilidade do PSR

De acordo com reportagem da revista Globo Rural (março 2026), as seguradoras cobram R$ 410 milhões em subvenções pendentes do PSR para apólices até meados de 2025, o que representa 73% dos R$ 565,3 milhões aplicados no ano, após cortes que resultaram em menos de 3 milhões de hectares cobertos, um dos piores desempenhos desde 2006. 


A reportagem do jornalista Rafael Walendorff revela ainda que os pagamentos, previstos em até 180 dias, atrasam e impactam o caixa das empresas, podendo elevar prêmios aos produtores.


O clima como fator de pressão

Eventos climáticos extremos no Brasil saltaram de 2.962 em 2020 para 6.772 em 2023, um recorde com 3.824 eventos climatológicos (secas, estiagens, granizo, geadas, ondas de frio/calor), segundo o Observatório de Clima e Saúde da Fiocruz.


Tecnologias como as utilizadas pela Cyan ajudam a aprimorar o monitoramento do clima, o que contribui com seguradoras no momento de analisar um sinistro.


Em seguros e crédito agrícola, a Cyan opera na interseção entre riscos climáticos e obrigações contratuais, incorporando o legado da AgroNational, integrando à nova estrutura expertise comprovada em análise de sinistros, perícia técnica, regulação e parcerias com seguradoras, bancos e produtores.

Proteja sua lavoura com a inteligência climática da Cyan

O que a Cyan entrega para você análises de pré-contratação com risco socioambiental e histórico de cultivo da área. Mas entrega também:


Monitoramento de incêndio 24/7: mapas de risco, alertas instantâneos (SMS, e-mail, Telegram), rotas otimizadas para equipes e relatórios técnicos contra multas ambientais.


Previsão meteorológica precisa: 10 dias de temperatura, chuva, vento, geada e raios por fazenda/talhão, com alertas para proteger cultivos.


Janela de aplicação: identifica horários ideais para defensivos (temperatura, umidade, vento, chuva), evitando deriva e desperdício de insumos caros.


Monitoramento de chuva espacializado: acumulados (1/7/15/30 dias), histórico de três meses e comparação com médias, decisões baseadas em dados reais.


Balanço hídrico diário: informações, atualizadas diariamente, da quantidade de água acumulada no solo de cada fazenda, tornando possível um planejamento que evite regiões com risco de compactação, reduzindo os prejuízos na produtividade.


NDVI semanal: monitora 100% dos talhões a cada cinco dias, alerta pragas/doenças/falhas e prioriza vistorias em campo (+ produtividade).


Para quem tem seguro rural: nossos relatórios técnicos aceleram sinistros, comprovam riscos climáticos e fortalecem negociações com seguradoras, tudo integrado ao seu dia a dia.


Entre em contato com a nossa equipe e conheça nossos produtos. 

 
 
 

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