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Incêndios no agronegócio: ondas de calor e baixa umidade elevam os riscos no campo

  • 5 de mar.
  • 4 min de leitura

A combinação de ondas de calor, baixa umidade relativa do ar e ventos fortes cria o cenário ideal para o surgimento e a rápida propagação do fogo no agronegócio, afetando lavouras, pastagens, infraestrutura e ecossistemas inteiros de produção.


Segundo informações do Climate Policy Initiative (CPI/PUC-Rio), os incêndios queimaram mais de 30,8 milhões de hectares em 2024. Os números representam um crescimento de 79% no comparativo anual.


Dados da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), via Agrishow, apontaram que, devido ao fogo, o agronegócio teve perdas que somaram R$ 14,7 bilhões somente nos últimos três meses de 2024


Os incêndios em áreas rurais têm se tornado cada vez mais frequentes e intensos no Brasil – e isso pode piorar durante o período de seca. 


Por essa razão, entender como condições climáticas impactam o campo é essencial, mas apostar em estratégias de monitoramento de incêndios, como a plataforma da Cyan Analytics, é o que faz a diferença. Confira! 


Por que ondas de calor aumentam os incêndios no campo?


As ondas de calor elevam significativamente a temperatura do ar e do solo. Quando os termômetros ultrapassam os 30 °C por vários dias consecutivos, ocorre uma intensificação da evaporação da água presente na vegetação e na superfície do solo.


Temperaturas acima de 30 °C combinadas com níveis de umidade do ar abaixo de 30% indicam aumento expressivo no risco de expansão de focos de fogo, segundo informações do Climatempo


Devido a esse cenário climático, o agronegócio enfrenta: 


  • Ressecamento de pastagens e lavouras;

  • Perda de umidade da matéria orgânica;

  • Transformação da vegetação em material altamente inflamável.


Qual é o problema da baixa umidade relativa para o campo?


A umidade relativa do ar é um dos principais fatores que influenciam a ocorrência e a intensidade dos incêndios.


Juntamente com a temperatura, a umidade determina o teor de umidade do material combustível presente sobre o solo. Na ausência de chuvas, esse material seca progressivamente, facilitando a ignição.


Além disso, níveis baixos de umidade aumentam o grau de dificuldade no combate às chamas, exigindo respostas mais rápidas e estruturadas por parte das equipes de emergência.


Quando a umidade cai abaixo de 30%:


  • A vegetação perde água rapidamente;

  • O solo seca com maior intensidade;

  • Restos culturais, galhadas e palhadas tornam-se combustível ideal;

  • O controle do fogo torna-se mais difícil.


O fenômeno “30, 30, 30” e o risco elevado de incêndios


No Brasil, especialmente entre junho e setembro, período típico de seca, é comum a ocorrência do chamado fenômeno “30, 30, 30”, caracterizado por:


  • 30 °C ou mais de temperatura;

  • 30% ou menos de umidade relativa;

  • 30 km/h ou mais de velocidade do vento.


Essa combinação cria um ambiente altamente propício para incêndios de grande intensidade. O calor facilita a ignição, a baixa umidade torna a vegetação inflamável e o vento acelera a propagação, renovando o oxigênio e espalhando as chamas rapidamente.


É importante ressaltar que o fenômeno é uma referência técnica e pode variar conforme as características regionais. Ainda assim, ele serve como importante indicador para o monitoramento de incêndios no agronegócio.


E quais são os impactos econômicos?


Os prejuízos são expressivos devido às condições climáticas. Como vimos, dados da CNA apontaram perdas aproximadas de R$ 14,7 bilhões na agropecuária, com incêndios entre junho e agosto que atingiram 2,8 milhões de hectares em propriedades rurais.


As estimativas consideraram perda de matéria orgânica, redução de produtividade, danos a cercas em áreas de pastagem e perda de nutrientes como potássio e fósforo nas camadas superficiais do solo.


Os prejuízos e os números evidenciam a necessidade de reforçar ações preventivas e investir em tecnologias de monitoramento.


Como o monitoramento de incêndios pode reduzir riscos?


Sistemas de alerta automático, acompanhamento de áreas de risco, detecção de fumaça  e monitoramento por satélite permitem identificar focos iniciais antes que se tornem grandes incêndios.


Autoridades ambientais também reforçam a importância de evitar fogueiras em locais inadequados e manter a vegetação sob controle, reduzindo o risco de ignição acidental. Em alguns casos, os produtores podem enfrentar multas ambientais


Entre as principais medidas preventivas estão:


  • Limpeza de áreas com acúmulo de material combustível;

  • Manutenção de aceiros;

  • Planejamento de manejo durante períodos críticos;

  • Acompanhamento diário das condições climáticas;

  • Capacitação das equipes para resposta rápida.


Ondas de calor mais intensas e períodos prolongados de seca tendem a se tornar cada vez mais frequentes. Isso significa que os incêndios no agronegócio podem se tornar um desafio estrutural, exigindo planejamento contínuo e políticas de mitigação.


Investir em prevenção, tecnologia e monitoramento de incêndios é, portanto, uma medida estratégica para proteger a produção agrícola, a sustentabilidade das propriedades e a segurança das comunidades rurais, além de evitar multas ambientais.


Monitoramento de incêndio é com a Cyan Analytics


Para enfrentar os incêndios com mais tecnologia, agilidade e segurança, conte com a solução da Cyan Analytics.


Proteja seus ativos com o sistema avançado da Cyan Analytics de monitoramento de incêndio em tempo real e tenha controle total das suas áreas produtivas e florestais, 24 horas por dia, 7 dias por semana. 


Geramos mapas de risco estratégicos para apoiar o planejamento das equipes e, ao detectar qualquer foco via satélite ou câmera, emitimos alerta sonoro na central de controle e também via e-mail, SMS, Telegram e aplicativo no celular.


Ainda, enviamos a rota mais rápida até o ponto do incêndio e acompanhamos a localização das equipes em campo, otimizando o tempo de resposta e reduzindo prejuízos.


Em caso de multa ou auto de infração ambiental, nosso aplicativo permite gerar relatórios detalhados com todos os registros das ações de combate. Se necessário, nossa equipe técnica especializada elabora laudos complementares.


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